Felicidade dá lucro?
Valor Econômico 20.02.2019

O uso de preceitos da psicologia positiva, energia quântica, neurociência e até princípios da prosperidade no desenvolvimento de equipes de alta performance tem causado estranheza em alguns ambientes corporativos.

Por isso a felicidade passa a ser estudada nas melhores escolas de negócio e universidades do mundo, bem como assuntos comportamentais vem à tona na liderança de transformação: Ocorre que tudo isso tem uma razão de ser.

Matéria do Valor (20/02, pag. B2), apresenta um estudo que demonstra o que todos sabem há muito tempo: Empregados insatisfeitos envenenam o resultado das organizações.

Dentre as companhias pesquisadas, as que tiveram piores notas deixaram de ter lucros de quase 50 milhões de reais.

São vários aspectos avaliados em mais de 1000 empresas do ranking do jornal Valor.

Um, em particular, chama a atenção: no retorno sobre o patrimônio líquido (ROE %) as empresas melhor avaliadas tiveram quase o dobro do desempenho das empresas piores. Veja no gráfico abaixo (4,5% para 8,5%)

Valor Funcionarios Insastifeitos 1 - Felicidade dá lucro? - outros, lideranca-exponencial, coaching-mentoring, carreira-profissional, blog

Quanto aos fatores, aspectos ligados à cultura e oportunidades de carreira tem mais relevância do que benefícios e remuneração. Estes fatores são influenciados diretamente pelo estilo e crenças dos líderes.

Para quem utiliza referenciais sistêmicos, isso não é nenhuma novidade. Os gestores que conseguem gerar um TENSOR adequado, conseguem resultados superiores com menor esforço porque não precisam “bater o bumbo” com tanta força.

A geração de clima é uma das principais habilidade dos talentos da quarta era.

No cenário de transformação digital muitas organizações estão negligenciando o fator humano que envolve: cultura de valorização e participação, respeito e comunicação não violenta, clareza de intensão e visão compartilhada, propósito e oportunidades de trabalhos desafiadores e progressão na importância do trabalho. Isso se aprende em programas de formação sistêmica.

Outras providências passam pelo alinhamento do propósito da organização com a maioria dos colaboradores, incentivo à experimentação, curiosidade e novas competências que estão sendo valorizadas.

Saiba que os verdadeiros talentos escolhem onde querem trabalhar.

É ilusório achar que empresas que tem colaboradores insatisfeitos atraem com facilidade talentos. Só conseguem se pagarem acima do mercado e ainda assim temporariamente.

No gráfico abaixo demonstramos que é preciso intencionalidade e postura prestadia para conseguir isso.

Usando técnicas super avançadas, os líderes fazer sua parte criando e mantendo um clima adequado e de alta satisfação das equipes.

Os modelos organizacionais, por sua vez, devem privilegiar uma cultura de harmonia e perspectiva, com foco nos resultados efetivos. Essa é a parte mais fácil

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TENSOR É O CLIMA!

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Evaldo Bazeggio

Diretor Fundador e Diretor Técnico da Bazeggio Consultoria. Executivo com mais de trinta anos de experiência em gestão de equipes e organizações públicas e privadas. Certificado internacionalmente Master Coach ISOR® em Coaching, Mentoring e Holomentoring®. Consultor de estratégia, desenvolvimento organizacional e de pessoas, em organizações.

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