O tempo, esse animal antigo e arredio,
de garras e asas, que ora nos imobiliza,
ora nos escapa.

O tempo das certezas que atrasam,
das alegrias que se esvaem,
das tristezas que enguiçam,
das saudades que derrapam.
O tempo, esse velho decrépito
que nos põe reféns dos dias,
que nos tatua os anos no rosto,
cada vez que sorri,
nasce de novo.

Obrigado, Cassiano.

Escrito por Evaldo Bazeggio Ter, 12 de Abril de 2011 14:10

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